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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

HIPERTEXTO


Hipertexto é o termo que remete a um texto em formato digital, ao qual agrega-se outros conjuntos de informação na forma de blocos de textos, palavras, imagens ou sons, cujo acesso se dá através de referências específicas denominadas hiperlinks, ou simplesmente links.
O sistema de hipertexto mais conhecido atualmente é a World Wide Web.

O hipertexto como ferramenta de ensino e aprendizagem facilita um ambiente no qual a aprendizagem acontece de forma incidental e por descoberta, pois ao tentar localizar uma informação, os usuários de hipertexto, participam activamente de um processo de busca e construção do conhecimento, forma de aprendizagem considerada como mais duradoura e transferível do que aquela directa e explícita.
Na sala de aula, onde se trabalha com hipertexto, os alunos, num sistema de colaboração, acabam aprendendo mais e através de diversas fontes. O próprio conceito de hipertexto, pode nos levar a essa intenção. Uma atividade colaborativa traz benefícios extraordinários no que diz respeito a construção individual e coletiva do conhecimento. Os professores também podem trabalhar com hipertexto para funções pedagógicas. Utilizar textos de várias turmas e redistribuí-los é um bom exemplo. O hipertexto também traz como vantagem para a educação a construção do conhecimento compartilhado, um importante recurso para organizar material de diferentes disciplinas.

FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipertexto

“CINEMA E FILOSOFIA NA ESCOLA”


CONTEÚDOS CURRICULARES ENVOLVIDOS: Filosofia, Sociologia, Língua Portuguesa e Literatura, Artes e Língua estrangeira.

TECNOLOGIAS E MÍDIAS UTILIZADAS: Televisor, aparelho de DVD, dvd’s.

DURAÇÃO: mensalmente

AVALIAÇÃO: debate e interação com os alunos dentro das áreas de conhecimentos envolvidos.


ESTRUTURA DO PROJETO:
1. TEMA: “CINEMA E FILOSOFIA NA ESCOLA”
2. IDENTIFICAÇÃO (AUTOR):
Profº Esp. Marcos Ramon Gomes Ferreira
3. INTRODUÇÃO
A arte possui uma conexão direta com a história da humanidade. Através da arte representamos o nosso mundo, expressamos sentimentos e procuramos uma compreensão razoável para nossas ações. Sem a arte não existiria possibilidade de uma existência humana autêntica, porque não teríamos uma linguagem ligada às nossas paixões. A linguagem cotidiana ou a linguagem científica dão conta de uma parte da realidade. No entanto, só a arte é capaz de dar conta daquilo que não pode ser enunciado, mas que ainda assim e por isso mesmo é essencial.
O cinema (considerado como sétima arte) possui uma história recente. Surgiu na passagem do século XIX para o século XX como expressão da técnica e realização do desejo humano de guardar cenas para não perdê-las na memória. Mas apesar de sua ainda breve história, o cinema já nos trouxe muitas possibilidades de encantamento e reflexão. Mas a reflexão, para não se perder na banalidade do cotidiano, precisa de um direcionamento. É necessário refletir, mas com cuidado, para que não se perca a essência do discurso enunciado.
É aqui que entra o papel da filosofia. Como bem nos lembrava Aristóteles, nós não podemos fugir do amor à sabedoria. Se procurarmos um bom motivo para não filosofar, já estaremos filosofando. No entanto, podemos nos isentar até mesmo de pensar, e isso acontece sempre que aceitamos a realidade das coisas sem querer entender os porquês. Ou quando negligenciamos nossos sentimentos por conta das convenções sociais ou regras que nos são impostas. Por isso é essencial à existência do ser humano o bem pensar, o refletir cuidadoso, que nos tiram de um estado de apatia e nos lançam a um momento de paixão pelo saber e pela existência.
É neste sentido que o projeto “Cinema e filosofia na escola” procura unir estes dois âmbitos da existência, relacionando a expressão artística (representada pelo cinema) e a necessidade da reflexão cuidadosa (uma das tarefas essenciais da filosofia), possibilitando aos nossos estudantes, professores e funcionários, alguns momentos de contato com a boa arte e com o bom debate, para que possamos recuperar o fôlego e batalhar por nossas atividades cotidianas, mas sem perder de vista que somos humanos e não máquinas e que, por isso, temos sempre algo oculto que ainda precisa ser investigado.
4. OBJETIVOS:
4.1. Geral:
Possibilitar o diálogo e o debate entre a linguagem cinematográfica e a reflexão filosófica, além das possíveis conexões com outras áreas de conhecimento.
4.2. Específicos:
Despertar o interesse pelo cinema e pela arte;
Motivar a reflexão filosófica a partir da análise de filmes;
Criar um espaço de socialização dentro da escola mediado pelo contato com o cinema;
Possibilitar o debate interdisciplinar em torno de temáticas atuais apresentadas através de filmes.
5. JUSTIFICATIVA:
O projeto “Cinema e filosofia na escola” elege a linguagem artística e a reflexão filosófica como elementos norteadores de uma possível aproximação entre estudantes, professores e funcionários no Colégio Universitário. No entanto, é importante lembrar que o conhecimento é um só e que a separação dos saberes proposta por Descartes não elimina o caráter unificador das produções humanas. Sendo assim, esse projeto revela sua importância na tentativa de agregar valores, experiências e reflexões comuns a diversas disciplinas, possibilitando um espaço de discussão permanente dentro da escola, independente da sala de aula.
A formação escolar não pode se resumir à mera transmissão de conteúdos e à rotina do dia-a-dia escolar. Neste sentido, criar um momento alternativo e espontâneo de debate se faz uma necessidade para todos nós.
Outro fator importante é que a essência do projeto o coloca não na perspectiva de uma obrigação escolar, mas na liberdade de ter uma opção a mais para aproveitar os espaços já utilizados por todos nós. Além disso, é essencial que nossos estudantes (além, é claro, dos professores e funcionários) tenham acesso ao cinema que não aparece na estrutura já determinada e padronizada da mídia, podendo assim entrar em contato com linguagens diferentes e expressões distintas do fazer humano.
6. METODOLOGIA
A metodologia a ser empregada durante o projeto “Cinema e filosofia na escola” será a exibição de filmes pertinentes que possibilitem uma reflexão filosófica sobre temas atuais, tais como: ética (liberdade, valores, meio ambiente), ciência (técnica, limites do conhecimento), política (ideologia), etc., e suas possíveis conexões com as demais áreas do conhecimento.

FONTE: http://blogdocolun.blogspot.com/2008/08/projeto-cinema-e-filosofia-na-escola.html

FICHAMENTO DE UMA PROPOSTA DE AULA


NOME DO PROGRAMA: Introdução à Ética, aula da professora Rosângela Menta e Eziquiel Menta

ÁREAS DO CONHECIMENTO ENVOLVIDAS: Filosofia

Aula se divide em dois momentos: o levantamento do senso comum dos alunos sobre o conceito de ética, feito na própria sala de aula; e, num segundo momento, uma pesquisa do conceito de ética em sites da internet e o confronto das informações que eles já possuem sobre o tema. Então, de maneira simples e dinâmica foi introduzindo o tema para que posteriormente, em aulas seguintes, ele possa ser mais aprofundado. O professor tem de ficar atento e perceber se essa busca de informações na net possibilitou o conhecimento na área.

FONTE: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=746

Tecnologias existentes no Colégio Estadual Luiz Viana Filho SANTA BRIGIDA - BA



Sala de informática equipada com 10 computadores interligados à internet.
Laboratório de ciências, química, física e biologia.
7 salas de aulas equipadas com tv pen-drive.
Uma pequena biblioteca com um acervo razoável de livros.
Sala de apoio ao professor com computador e impressora.
Espaço para projeção de vídeos.
Retroprojetor.

Existe uma organização na escola para o agendamento do uso dessas tecnologias como o laboratório, a sala de informática e o espaço para a projeção de vídeos, no entanto observamos que são pouco utilizados ou quase nunca, como no caso da sala de informática que só é utilizada para as aulas de informática ou alguma pesquisa do aluno. Percebemos que falta a preparação do professor para uma melhor utilização desses recursos. E, não foi observado nenhum projeto que contemplasse essas tecnologias a não ser alguns casos de utilização de dvds e a tv pen-drive.

A EDUCAÇÃO E AS NOVAS TECNOLOGIAS


O professor é o elemento facilitador no processo de ensino e aprendizagem da educação. O papel do aluno é formar as bases do conhecimento para a vida. A construção do conhecimento acontece a partir da assimilação, do aluno, do conteúdo dado pelo professor. Mas isso não se trata de uma fórmula mágica, algo estático; a educação é dinâmica e tem evoluído bastante, desde os seus primórdios com os primeiros professores, os sofistas gregos. Neste sentido, há sempre a necessidade de se adequar as novas condições, necessidades e desafios que vão surgindo ao longo do tempo.
Como primeiro desafio, teríamos o de tornar a escola sempre um atrativo para o aluno tanto no sentido pedagógico como também no sentido estrutural, para atrair mais o aluno para dentro das escolas. Vivemos o momento da era da informação, da sociedade da aprendizagem; daí vem o “desafio de converter informação em conhecimento”(Juan Ignacio Pozo), desafio antes para o professor que muitas vezes tem uma vivência e formação anterior da era da informação, do que o aluno que já está começando a vida inserido nela.
Diante de tudo isso, como preparar a nossa metodologia, tornando o conteúdo sempre uma curiosidade para o meu aluno? Antes de tudo, temos de conhecer bem o nosso aluno, o seu jeito de ser, seus gostos, seus anseios e necessidades. Depois, adequar os meios que temos para lançar as bases do conhecimento que será construindo pelo nosso aluno, daí vem outro desafio para nós professores, o de estarmos sempre abertos às novas tecnologias.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Navegando Livremente na Internet


A internet é uma realidade na vida das pessoas e uma grande ferramenta para a educação. A navegação pela internet nos proporcionar o abrir de novos horizontes em todos os sentidos, e ai está um ponto positivo de se navegar livremente pela internet, pois um assunto ou tema sempre traz um link para outra coisa e assim por diante. Como ponto negativo de se navegar livremente na internet seria a falta de objetividade na navegação, pois como um link sempre leva a outro link, pode levar a nada no final. Navegar um pouco à deriva ajuda você a ampliar os horizontes, como também pode não levar a nada se a pessoa não tem certa orientação do que procura nesta navegação.
Na educação, quem já terminou sua graduação a pelo menos a mais de cinco anos e ainda não fez nenhuma reciclagem na área de internet deve ter certa atenção neste assunto porque o professor precisa estar atento ao que há de novo como ferramenta que possa auxiliá-lo no seu trabalho. Muitas coisas precisam ser aprendidas e atualizadas sobre a internet para que a partir daí possamos criar novas formar de ensinar e de aprender na educação. E caminhar na vanguarda dos tempos